Marcadores

Pesquisar na internet

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Adasa autoriza Caesb a reduzir pressão da água com fim do racionamento

esolução publicada pela agência nesta quinta-feira (7/6) confirma fim do rodízio no dia 15 e estabelece medidas para reduzir perdas na rede


Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) publicou no Diário Oficial do DF, nesta quinta-feira (7/6), resolução que estabelece procedimentos complementares a serem observados pela Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) com o fim do racionamento, marcado para o próximo dia 15. A norma autoriza a concessionária a reduzir a pressão na rede de distribuição de água, como medida temporária, para minimizar perdas no sistema.
A redução de pressão não deixa o morador sem água, segundo a Caesb. Mas, dependendo da localização do imóvel, pode comprometer a chegada do recurso hídrico. O objetivo da medida é manter o abastecimento diário regular dos consumidores, captando menos água dos reservatórios.
De acordo com a resolução da Adasa, a redução da pressão não pode comprometer o abastecimento público. Não é a primeira vez que a agência autoriza a diminuição da pressão. Em 2016, antes de iniciar o racionamento, a medida foi adotada para diminuir o consumo de água no DF. Porém, como a crise hídrica se agravou, o rodízio foi decretado.
Além de diminuir a pressão na rede, a Caesb terá de adotar outras medidas que resultem na redução de perdas de água no sistema. Entre elas, a instalação de válvulas redutoras, manobras operacionais, ampliação da setorização das redes de distribuição e rapidez no reparo de vazamentos.
Veja a publicação:
REPRODUÇÃO/DODF
Ainda segundo a Adasa, a concessionária deve apresentar o relatório de informações detalhadas contendo o rol de todas as medidas estratégicas e operacionais tomadas no período e o método utilizado para mensurar os resultados alcançados durante a vigência do estado de restrição de uso da água, em até 60 dias após o fim do racionamento.
A Caesb tem o prazo de três meses, após o fim da medida, para entregar o planejamento dos próximos 18 meses, contendo as ações preventivas e corretivas, estruturais e não-estruturais para diferentes cenários de produção, com as respectivas análises de risco, a fim de garantir o fornecimento de água potável à população.
Metrópoles acionou a Adasa, mas, até a publicação desta reportagem, não havia recebido resposta. De acordo com a Caesb, são procedimentos comuns que não farão diferença para a população.
Fonte: Metrópoles

Nenhum comentário:

Postar um comentário